terça-feira, 29 de junho de 2010
A porta não abre
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Ouvi, gostei, guardei: skank
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Muito bem.
terça-feira, 22 de junho de 2010
A uva e o vinho.
- A uva - susurrou- é feita de vinho.
Marcela Péres Silva me contou isso, e eu pensei: se a uva é feita de vinho, talvez a gente seja as palavras que contam o que a gente é.
sábado, 12 de junho de 2010
Nothing special, baby!
terça-feira, 1 de junho de 2010
Boa pergunta.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Estou
Estou tonto,
Tonto de tanto dormir ou de tanto pensar,
Ou de ambas as coisas.
O que sei é que estou tonto
E não sei bem se me devo levantar da cadeira
Ou como me levantar dela.
Fiquemos nisto: estou tonto.
Que vida fiz eu da vida?
Nada.
Tudo interstícios,
Tudo aproximações,
Tudo função do irregular e do absurdo,
Tudo nada.
É por isso que estou tonto ...
Todas as manhãs me levanto
Tonto ... Sim, verdadeiramente tonto...
Sem saber em mim e meu nome,
Sem saber onde estou,
Sem saber o que fui,
Sem saber nada.
Deixo-me estar na cadeira,
Estou tonto.
Bem, estou tonto.
Fico sentado
E tonto,
Sim, tonto,
Tonto...
Tonto.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Medo
os cadernos de Malte Laurids Brigge
domingo, 2 de maio de 2010
Queda, Morte.
?
domingo, 21 de março de 2010
Ela.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
São apenas bobagens
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
A noite será devagar
bem, aqui estou eu
de novo
ouvindo as boas e velhas
músicas
de novo,
sentindo tristeza,
a boa
tristeza
à moda antiga
em que as lágrimas
não chegam
a sair.
bom.
ouço mais um pouco.
a mente pode
consumir quantidades
mágicas de
memória
enquanto a noite se
desdobra
noite adentro,
enquanto outro charuto
é acesso,
como se pode ficar
terrivelmente amuado
quando velhas
músicas seguem-se
uma às
outras,
rostos são
lembradas,
rostos jovens,
como fatias novas de uma
maçã,
estão mortos
agora,
quase todos
eles
mortos
agora.
a aparente
beleza e
a aparente bravura,
se foram.
sentado aqui
permitindo que meus
melhores sentidos
sejam diluídos pela
melancolia,
um homem
velho,
lembrando
de novo,
olhando de cima
a baixo o bar imaginário
cheio de assentos
vazios,
pensando naquela
criança com os loucos
olhos
vermelhos
que sentava lá
enchendo o copo e
enchendo e enchendo e
enchendo
de novo
ao ponto da
imbecilidade,
agora lembrando,
ouvindo
de novo,
permitindo a idiotice
entrar
de novo,
somos todos
idiotas para sempre
idiotizados
para sempre.
alegremente.
agora.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Ouvi, gostei, guardei. I

E eu só quero entender
Pensar é um saco!
Eu fui embora
Pensar é um saco!
Ninguém me gosta
Pensar é um saco!"










